Esquizofrenia refratária e super-refratária
Henna Neto e Elkis apresentam um estudo observacional de seis meses comparando pacientes com esquizofrenia super-refratária com aqueles com esquizofrenia refratária, bem como com os que respondem normalmente aos antipsicóticos, no sentido de identificar as principais características psicopatológicas e clínicas deste grupo de pacientes para os quais as alternativas terapêuticas são bastante escassas. Borgio et al. apontam, em que mesmo em um ambulatório especializado, verifica-se que há dificuldade no reconhecimento de casos de pacientes com esquizofrenia refratária e demora para o início do tratamento adequado (uso da clozapina).







